terça-feira, 10 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Dica Cultural

Bom dia a todos!
A dica cultural dessa semana é o livro de Bruce Patton "Como Chegar ao Sim".
Trata-se, evidentemente, de um livro sobre negociação e como superar impasses na busca por melhores acordos.
Realmente, uma leitura obrigatória para todos que fazem da negociação sua arte principal.
Confira a seguir a sinopse:
"Um método direto, aplicável universalmente, de negociação de disputas pessoais e profissionais sem partidarismos e sem irritação
Todas as negociações são diferentes, mas os seus elementos básicos não se alteram. Como Chegar ao Sim oferece uma estratégia comprovada, concisa e detalhada para se chegar a acordos mutuamente aceitáveis em toda espécie de conflito quer envolvam pais e filhos, vizinhos empregadores e empregados, clientes e empresas, inquilinos e diplomatas. Baseando-se no trabalho do Projeto de Negociação de Harvard, um grupo que lida seguidamente com todos os níveis de negociação e resolução de conflitos de domésticos a internacionais, Como Chegar ao Sim diz como:
Separar as pessoas do problema
Concentrar-se nos interesses e não posições
Trabalhar juntos para criar opções que satisfaçam às duas partes, e
Obter êxito na negociação com pessoas que são mais poderosas, recusando-se a ceder às pressões ou recorrer a truques sujos Roger Fisher leciona negociação na faculdade de Direito de Harvard. Perito em negociação, atuou em diversos projetos e instituições, desde o plano Marshall, em Paris, até o Ministério de Defesa dos EUA. Dirige o Projeto de Negociação de Harvard. William Ury, consultor, escritor e conferencista sobre negociação, é diretor associado do Projeto de Negociação de Harvard. Tem formação em Lingüística e Antropologia por Yale e Harvard. Bruce Patton é diretor adjunto do Projeto de Negociação de Harvard e Conferencista de Direito de Harvard."
A dica cultural dessa semana é o livro de Bruce Patton "Como Chegar ao Sim".
Trata-se, evidentemente, de um livro sobre negociação e como superar impasses na busca por melhores acordos.
Realmente, uma leitura obrigatória para todos que fazem da negociação sua arte principal.
Confira a seguir a sinopse:
"Um método direto, aplicável universalmente, de negociação de disputas pessoais e profissionais sem partidarismos e sem irritação
Todas as negociações são diferentes, mas os seus elementos básicos não se alteram. Como Chegar ao Sim oferece uma estratégia comprovada, concisa e detalhada para se chegar a acordos mutuamente aceitáveis em toda espécie de conflito quer envolvam pais e filhos, vizinhos empregadores e empregados, clientes e empresas, inquilinos e diplomatas. Baseando-se no trabalho do Projeto de Negociação de Harvard, um grupo que lida seguidamente com todos os níveis de negociação e resolução de conflitos de domésticos a internacionais, Como Chegar ao Sim diz como:
Separar as pessoas do problema
Concentrar-se nos interesses e não posições
Trabalhar juntos para criar opções que satisfaçam às duas partes, e
Obter êxito na negociação com pessoas que são mais poderosas, recusando-se a ceder às pressões ou recorrer a truques sujos Roger Fisher leciona negociação na faculdade de Direito de Harvard. Perito em negociação, atuou em diversos projetos e instituições, desde o plano Marshall, em Paris, até o Ministério de Defesa dos EUA. Dirige o Projeto de Negociação de Harvard. William Ury, consultor, escritor e conferencista sobre negociação, é diretor associado do Projeto de Negociação de Harvard. Tem formação em Lingüística e Antropologia por Yale e Harvard. Bruce Patton é diretor adjunto do Projeto de Negociação de Harvard e Conferencista de Direito de Harvard."
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Dinheiro não admite desaforos
Ao contrário das gerações anteriores, que pouco se preocupavam com o amanhã por conta dos níveis de inflação galopantes e instabilidades econômicas, os jovens hoje começam a pensar cedo no futuro. Ainda bem jovens, muitos falam em guardar dinheiro e até em fazer previdência privada. Um exemplo claro acontece no meu lar. Ao contrário da turma da idade dele, meu filho, quando tinha 21 anos, não pensava em gastar dinheiro com baladas, viagens e namoradas aos montes.
Seu foco era mergulhar de cabeça na faculdade e apostar na vida profissional, por isso sempre guardava o que ganhava de mesada. Até que um dia decidiu ir ao banco, sem que ninguém soubesse (nem eu!), para encontrar uma forma de investir melhor seu dinheiro. Não deu outra: foi convencido pela gerente a ter um plano de previdência.
Pode parecer precoce, mas ele faz parte de uma geração que sabe o que quer.
Reconheço que também fiquei surpreso quando a engenheira Simone Diniz, de 34 anos, me contou que todo mês destina 30% do seu salário para algum tipo de poupança. Mas, se por um lado esbarramos em jovens que passaram a enxergar a importância de planejar o futuro, por outro assistimos a um novo fenômeno que merece atenção: o alto índice de endividamento.
Uma pesquisa publicada em matéria da revista Época (edição 634) mostra que “no primeiro semestre de 2010, em São Paulo, a parcela de não pagadores com até 20 anos dobrou em relação a 2009: foi de 4% para 8%”. Em 2000, esses jovens eram apenas 2% dos inadimplentes, segundo o Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo.
A expansão da oferta de crédito no mercado levou o jovem brasileiro a gastar mais e de maneira indiscriminada. Especialistas afirmam que esse quadro é reflexo da pouca informação que essa turma possui sobre como usar o dinheiro. De fato é um dado assustador, sobretudo quando olhamos para outra realidade: as carreiras nas empresas estão ficando cada vez mais curtas e a vida biológica cada vez mais longa.
Como equilibrar essa equação? A resposta é fácil. Aqueles que acordaram para o que vem por aí entendem bem que sem planejamento, a vida ficará difícil lá na frente. A previdência social está praticamente falida e é bem provável que os pais dessa nova geração não conseguirão mais mantê-los sem emprego ou uma atividade. Alternativas é que não faltam, principalmente quando se começa cedo.
Se você é jovem e se vê encrencado com a fatura do cartão de crédito, não consegue sair do cheque especial e vive pedindo dinheiro emprestado, sinal vermelho! A boa notícia é que você tem a chance de mudar agora. Se o seu filho tem esse tipo de comportamento, talvez esteja na hora de repensar o exemplo dado. Uma boa educação financeira vai evitar que ele seja um adulto devedor.
Quando desde cedo se cultiva o hábito de poupar e não se deixar cair nas armadilhas do consumo, o futuro certamente estará garantido, seja qual for a direção. Não é à toa que em países mais desenvolvidos os pais guardam dinheiro para pagar a faculdade dos filhos, cultura que é passada para seus sucessores.
No Brasil, as famílias poupam apenas 4,7% do PIB, revelou o último levantamento do IBGE. Já os chineses conseguem guardar 20%. Precisamos reverter esse cenário, melhorar a capacidade de acumular recursos próprios ao longo dos anos e gerar mais riqueza. Sem planejamento, não há futuro. Os benefícios de uma posteridade melhor só virão para aqueles que enxergam o hoje como um salto para o amanhã.
Escrito por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/.
HSM Online - 27/07/10
Seu foco era mergulhar de cabeça na faculdade e apostar na vida profissional, por isso sempre guardava o que ganhava de mesada. Até que um dia decidiu ir ao banco, sem que ninguém soubesse (nem eu!), para encontrar uma forma de investir melhor seu dinheiro. Não deu outra: foi convencido pela gerente a ter um plano de previdência.
Pode parecer precoce, mas ele faz parte de uma geração que sabe o que quer.
Reconheço que também fiquei surpreso quando a engenheira Simone Diniz, de 34 anos, me contou que todo mês destina 30% do seu salário para algum tipo de poupança. Mas, se por um lado esbarramos em jovens que passaram a enxergar a importância de planejar o futuro, por outro assistimos a um novo fenômeno que merece atenção: o alto índice de endividamento.
Uma pesquisa publicada em matéria da revista Época (edição 634) mostra que “no primeiro semestre de 2010, em São Paulo, a parcela de não pagadores com até 20 anos dobrou em relação a 2009: foi de 4% para 8%”. Em 2000, esses jovens eram apenas 2% dos inadimplentes, segundo o Instituto de Economia Gastão Vidigal, da Associação Comercial de São Paulo.
A expansão da oferta de crédito no mercado levou o jovem brasileiro a gastar mais e de maneira indiscriminada. Especialistas afirmam que esse quadro é reflexo da pouca informação que essa turma possui sobre como usar o dinheiro. De fato é um dado assustador, sobretudo quando olhamos para outra realidade: as carreiras nas empresas estão ficando cada vez mais curtas e a vida biológica cada vez mais longa.
Como equilibrar essa equação? A resposta é fácil. Aqueles que acordaram para o que vem por aí entendem bem que sem planejamento, a vida ficará difícil lá na frente. A previdência social está praticamente falida e é bem provável que os pais dessa nova geração não conseguirão mais mantê-los sem emprego ou uma atividade. Alternativas é que não faltam, principalmente quando se começa cedo.
Se você é jovem e se vê encrencado com a fatura do cartão de crédito, não consegue sair do cheque especial e vive pedindo dinheiro emprestado, sinal vermelho! A boa notícia é que você tem a chance de mudar agora. Se o seu filho tem esse tipo de comportamento, talvez esteja na hora de repensar o exemplo dado. Uma boa educação financeira vai evitar que ele seja um adulto devedor.
Quando desde cedo se cultiva o hábito de poupar e não se deixar cair nas armadilhas do consumo, o futuro certamente estará garantido, seja qual for a direção. Não é à toa que em países mais desenvolvidos os pais guardam dinheiro para pagar a faculdade dos filhos, cultura que é passada para seus sucessores.
No Brasil, as famílias poupam apenas 4,7% do PIB, revelou o último levantamento do IBGE. Já os chineses conseguem guardar 20%. Precisamos reverter esse cenário, melhorar a capacidade de acumular recursos próprios ao longo dos anos e gerar mais riqueza. Sem planejamento, não há futuro. Os benefícios de uma posteridade melhor só virão para aqueles que enxergam o hoje como um salto para o amanhã.
Escrito por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo & Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: http://www.cardozo-group.com/.
HSM Online - 27/07/10
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Atenção
Recebi esse vídeo de um grande amigo.
Apesar desse blog não ter conteúdo político, vale lembrar que esse ano teremos eleições.
Por isso, compartilho com todos.
Apesar desse blog não ter conteúdo político, vale lembrar que esse ano teremos eleições.
Por isso, compartilho com todos.
Empregados não sindicalizados são isentos de contribuição, decide TST
Trabalhadores que não são associados a nenhum sindicato estão isentos de descontos salariais a título de contribuição assistencial e confederativa. O entendimento é da 5ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que mandou a Ford Motor Company do Brasil reembolsar um ex-empregado que não era sindicalizado pela cobrança das taxas.
A contribuição confederativa não é compulsória para todos, como explica o relator e presidente da turma, ministro João Batista Brito Pereira. Somente os filiados aos sindicatos são obrigados a pagar os valores, mesmo quando a contribuição é estabelecida em acordo, convenção coletiva ou sentença normativa. Como ela não se configura como um tributo, não há razão para cobrá-la de empregados ou de empresas não filiadas.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheu decisão de primeiro grau que determinava como correta a cobrança feita pela empresa, dada a existência de uma cláusula normativa prevendo a cobrança. Porém, amparando-se nos artigos 5º e 8º da Constituição Federal, o ministro Brito Pereira explicou que cláusulas dessa espécie ofendem o direito de livre associação e sindicalização garantidos pelos dispositivos. Assim, a regra é nula. A Orientação Jurisprudencial 17 da Seção de Dissídios Coletivos do TST trata do assunto.
O relator informou que o Precedente Normativo 119 do tribunal também considera ofensiva cláusula de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa que obriga empregados não sindicalizados a contribuírem em favor da entidade sindical. Com informações da Assessoria de Comunicação do TST.
RR 7700-52.2002.5.02.0462
Revista Consultor Jurídico, 4 de agosto de 2010
Apoio: www.aprovando.com.br
A contribuição confederativa não é compulsória para todos, como explica o relator e presidente da turma, ministro João Batista Brito Pereira. Somente os filiados aos sindicatos são obrigados a pagar os valores, mesmo quando a contribuição é estabelecida em acordo, convenção coletiva ou sentença normativa. Como ela não se configura como um tributo, não há razão para cobrá-la de empregados ou de empresas não filiadas.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) acolheu decisão de primeiro grau que determinava como correta a cobrança feita pela empresa, dada a existência de uma cláusula normativa prevendo a cobrança. Porém, amparando-se nos artigos 5º e 8º da Constituição Federal, o ministro Brito Pereira explicou que cláusulas dessa espécie ofendem o direito de livre associação e sindicalização garantidos pelos dispositivos. Assim, a regra é nula. A Orientação Jurisprudencial 17 da Seção de Dissídios Coletivos do TST trata do assunto.
O relator informou que o Precedente Normativo 119 do tribunal também considera ofensiva cláusula de acordo, convenção coletiva ou sentença normativa que obriga empregados não sindicalizados a contribuírem em favor da entidade sindical. Com informações da Assessoria de Comunicação do TST.
RR 7700-52.2002.5.02.0462
Revista Consultor Jurídico, 4 de agosto de 2010
Apoio: www.aprovando.com.br
terça-feira, 3 de agosto de 2010
SP: Justiça decreta prisão de ex-namorado por morte de Mércia

A Justiça de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, recebeu e aceitou nesta terça-feira a denúncia do Ministério Público contra o ex-namorado de Mércia Nakashima, Mizael Bispo de Souza, e o vigia Evandro Bezerra Silva, acusados pela polícia de assassinar a advogada. Foi decretada a prisão preventiva dos dois.
Foto: Alexandre Vieira/Futura Press
Apesar de acolher a denúncia por homicídio, o juiz Leandro Jorge Bittencourt Cano rejeitou imputar o crime de ocultação de cadáver à dupla, contrariando pedido do MP. De acordo com o juiz, "este (crime) não encontra suporte probatório para a sua subsistência na denúncia".
Mizael já teve prisão temporária decretada contra ele e ficou foragido até que houve a revogação pela Justiça. Por meio de seu advogado, Samir Haddad Júnior, afirmou na época que não se entregaria. Após o decreto de prisão desta terça-feira, o advogado não foi encontrado pelo Terra.
O promotor público Rodrigo Merli Antunes protocolou na segunda denúncia contra Mizael e Evandro. O representante do Ministério Público acredita que a Justiça pode determinar penas de até 17 anos de prisão para Mizael e de até 14 anos para Evandro.
Mizael e Evandro são considerados pela Polícia Civil os principais suspeitos do crime. A advogada desapareceu no dia 23 de maio e foi encontrada morta no dia 11 de junho. Ela teria sido assassinada porque Mizael não aceitaria o fim do relacionamento. Rastreamento de chamadas telefônicas feito pela polícia com autorização da Justiça colocariam os dois na cena do crime, de acordo com as investigações. Eles negam as acusações.
Fonte: www.terra.com.br - 03/08/10 (Escrita por Hermano Freitas)
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